Phytophthora em Alnus spp. (amieiros) / JKI, Julius Kühn-Institut, Federal Research Centre for Cultivated Plants ; Benoit Marçais/Claude Husson
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883781158
URN
urn:nbn:de:gbv:3:2-70656
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Erschienen
Quedlinburg : Julius Kühn-Institut, Federal Research Centre for Cultivated Plants, [2013]
Umfang
1 Online-Ressource (8 Seiten = 2,45 MB) : Illustrationen
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Inhaltliche Zusammenfassung
O género Alnus (Betulaceae) inclui trinta e cinco espécies distribuídas pelo hemisfério norte (http://www.discoverlife.org). Existem quatro espécies nativas na Europa: A. incana (grey alder), A. cordata* (amieiro napolitano), A. glutinosa**(amieiro comum) e A. viridis (green alder). Além de A. rubra ser uma espécie nativa na América do Norte tem sido extensivamente plantada em alguns países europeus (Claessens, 2003). Alnus spp. apresenta um papel ecológico muito importante. É um género pioneiro, tolerante a níveis profundos de água e encharcamentos periódicos. A. glutinosa é a espécie mais comum encontrando-se difundida pela Europa nas zonas acima dos 1800 m. É uma espécie bem adaptada a locais húmidos e tem um papel vital nos ecossistemas ripícolas uma vez que o sistema radicular ajuda na estabilização das margens dos rios reduzindo o efeito da erosão (Webber et al., 2004). O amieiro-comum apresenta um efeito benéfico no solo (porosidade, simbiose com Frankia), na qualidade da água (filtração e purificação) e também na fauna. Contribui ainda para o aumento da biodiversidade das aves e dos insetos e o seu sistema radicular fornece abrigo para os peixes. Alnus incana encontra-se largamente distribuído na Europa central e oriental. No sul, o seu desenvolvimento situa-se principalmente nas áreas montanhosas. Como as suas raízes primárias toleram tanto as condições de seca como as de encharcamento, A. incana é uma espécie muito importante para aumentar a estabilidade dos declives e margens de rios (Jung & Blaschke, 2004). A. cordata e A. viridis são espécies muito menos frequentes e nativas, respetivamente, na Córsega-Itália e nas montanhas da Europa central (Claessens, 2003). [* Cultivada pontualmente em Portugal ** Ocorre em quase todo o País]
Schriftenreihe
JKI data sheets, plant diseases and diagnosis ; 2013, 27 ppn:640573398